Não queria tranformar esse blog mesmo numa página piegas coisas particulares que quase ninguém que entrasse aqui fosse entender, entretanto, existem algumas imagens que tenho experimentado últimamente que eu gostaria de compartilhar aqui com quem acompanha ou que ainda irá acompanhar esses escritos.
Alguém foi no quintal da sua casa um dia desses, com o mp4 no ouvido escutando uma canção desenhada com dedilhados de violão seguido por uma voz bem leve mas que mesmo assim não deixa de injetar profundidade em cada frase, como :
"...I can see it all tonight, underneath a perfect sky, where the universe revolves around the pupil of an eye..."
ALguém ficou olhando para o céu, que assim como na música, estava perfeito. Nessa contemplação alguém observou a infinitude de tudo que estava acima de sua cabeça e olhando para dentro de si percebeu que cada ponto brilhante desenhado no céu estava projetado em sua própria alma.
cada estrela significava uma experiencia: alegrias e tristezas momentos que apenas compunham um quadro.
Muitos passam e observam a imagem, poucos param, alguns desenham mais uma estrela em seu peito, uns acreditam piamente que reconhecem os padrões dos traços outros com muito menos pretenção de fato o compreendem mesmo sem analisar com tanta veemência - creio que esses apresentam quadros muito parecidos.
Depois do imenso devaneio, Alguém cruza a porta do quintal e retorna para o quarto, afinal a rotina chama de volta. ainda no mp4 a música que trouxe tanta vida vai morrendo:
" I can see it all tonight"
terça-feira, 25 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Cordas de cinzas
In the back of a dragonfly he finally went away, he has just done what he ought to do a long time ago, c'ya...
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Rotulos
Passamos uma vida inteira envolvidos nesses classificadores sociais e nem percebemos o quanto nos confere importância. A grande maioria das pessoas esculpem descontentamento quando é empregue o termo "rotular" entretanto nós mesmo fazemos isso conosco e com os outros e nem percebemos.
Uma vida inetira passei pelo "perfeccionista", não sei se ganhei ou se me dei esse presente - isso não importa - mas me permiti despir desse e fui feliz com tal atitude, descobri que assim como qualquer outro ser vivo eu erro e posso errar sem me envergonhar disso, sem qualquer receio posso perder com o mesmo orgulho de quando outrora ganhava.
Sempre me atribui o " perfeito amigo " e no medo de tirar esse rótulo daqui eu acabei o fazendo. com isso aprendi que de fato o que se leva a frase bem conhecida " o que se leva vida inteira para construir pode ser desmontado com apenas uma pequena atitude " pode também ser atribuida a mim mesmo - fato que confere muita dor ao golpe
Sempre galguei o "diferente", quer seja em forma de pensamento quer seja em atitudes ou em coisas menores como gosto musical. aprendi que muito pode ser aprendido com as pessoas que menos nos parecem lustrosa aos olhos e afirmo que aprendi muito mais com os que não se consideram detentores de "dádivas e dons". hoje consigo ter lições completas de vida de um simples pôr-do-sol, de uma velha senhora que virou andarilha por perda de familiares e da residência.
Hoje posso dizer que o aprendizado de uma conversa sem sentido, no meio da madrugada com vodka e coca-cola pode ser muito, digo, infinitamente, mais enriquecedor, que uma aula de música com violinista de orquestra, professor de inglês, Phd em genética molecular
Hoje posso dizer que nem deus e nem diabo eu sou; imperfeito (muitos defeitos - nem imaginava tantos); posso errar como qualquer humano.
Ter medo, chorar, ser fraco e ERRAR não é vergonha.
Sem estar centrado no que vai acontecer o que eu almejo não é ter a capacidade de acertar sempre mas a de saber reconhecer um erro e ter a coragem de pedir desculpas e tentar conserta-lo;
E dessa forma, como há muito tempo eu não me sinto, eu me atribuo o rótulo que eu há muito sinto falta, o que eu havia me esquecido de como era, e o que eu também tive medo de perder pelas dificuldade, simplesmente: "Samir"
SAMIR
Origem:
ÀRABE
Significado:
O COMPANHEIRO FALANTE
Uma vida inetira passei pelo "perfeccionista", não sei se ganhei ou se me dei esse presente - isso não importa - mas me permiti despir desse e fui feliz com tal atitude, descobri que assim como qualquer outro ser vivo eu erro e posso errar sem me envergonhar disso, sem qualquer receio posso perder com o mesmo orgulho de quando outrora ganhava.
Sempre me atribui o " perfeito amigo " e no medo de tirar esse rótulo daqui eu acabei o fazendo. com isso aprendi que de fato o que se leva a frase bem conhecida " o que se leva vida inteira para construir pode ser desmontado com apenas uma pequena atitude " pode também ser atribuida a mim mesmo - fato que confere muita dor ao golpe
Sempre galguei o "diferente", quer seja em forma de pensamento quer seja em atitudes ou em coisas menores como gosto musical. aprendi que muito pode ser aprendido com as pessoas que menos nos parecem lustrosa aos olhos e afirmo que aprendi muito mais com os que não se consideram detentores de "dádivas e dons". hoje consigo ter lições completas de vida de um simples pôr-do-sol, de uma velha senhora que virou andarilha por perda de familiares e da residência.
Hoje posso dizer que o aprendizado de uma conversa sem sentido, no meio da madrugada com vodka e coca-cola pode ser muito, digo, infinitamente, mais enriquecedor, que uma aula de música com violinista de orquestra, professor de inglês, Phd em genética molecular
Hoje posso dizer que nem deus e nem diabo eu sou; imperfeito (muitos defeitos - nem imaginava tantos); posso errar como qualquer humano.
Ter medo, chorar, ser fraco e ERRAR não é vergonha.
Sem estar centrado no que vai acontecer o que eu almejo não é ter a capacidade de acertar sempre mas a de saber reconhecer um erro e ter a coragem de pedir desculpas e tentar conserta-lo;
E dessa forma, como há muito tempo eu não me sinto, eu me atribuo o rótulo que eu há muito sinto falta, o que eu havia me esquecido de como era, e o que eu também tive medo de perder pelas dificuldade, simplesmente: "Samir"
SAMIR
Origem:
ÀRABE
Significado:
O COMPANHEIRO FALANTE
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